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O guia prático do Jiu-jitsu

Você está em busca de condicionamento físico, controle emocional, disciplina, perda de peso, defesa pessoal e uma boa dose de bem-estar? Então, a resposta pode estar exatamente no Jiu-jitsu. A arte marcial está disseminada no Brasil e conta com grandes atletas de renome internacional que lutaram para consagrar a modalidade.

Mas se você pensa que somente atletas de alta performance o praticam, está muito enganado. O Jiu-jitsu é terreno de crianças, jovens, adultos e, até mesmo, de pessoas da terceira idade. Para conhecer tudo sobre a modalidade e instigar o seu desejo de cair no tatame, elaboramos este guia com informações imperdíveis. Confira!

Descubra o que é o Jiu-jitsu

O Jiu-jitsu é uma arte marcial que tem como principal objetivo a imobilização do oponente por meio de golpes que atingem diretamente as articulações, braços, tornozelos, pernas e também por meio dos estrangulamentos.

É uma técnica que se baseia na flexibilidade e força, utilizando o próprio peso do adversário contra ele mesmo, ou seja, o esporte necessita de uma boa dose de inteligência e controle emocional em busca da finalização dentro do tatame.

A base do Jiu é exatamente os golpes que se baseiam nas alavancas, pressões e torções, fazendo com que o oponente perca o equilíbrio ou fique com as articulações travadas.

De onde vem o Jiu-jitsu

O Jiu-jitsu é uma arte marcial que começou na Índia, no século XVII, sendo praticada pelos monges budistas. Era uma forma deles se prepararem em busca da própria segurança, desenvolvendo a técnica por meio de uma filosofia de defesa pessoal, totalmente contrária à violência.

Inicialmente, a modalidade incentivava uma filosofia de vida alicerçada em princípios de equilíbrio. Por meio dos golpes que atingiam as articulações, os primeiros praticantes conseguiam evitar o uso da força e de armas, imobilizando os inimigos.

Da Índia, o Jiu percorreu o Sudeste asiático até chegar à China. Depois, desembarcou no Japão, país onde se desenvolveu para, finalmente, ganhar a popularização mundial.

Uma arte milenar que venceu inúmeros desafios

Engana-se quem pensa que o Jiu-jitsu é uma arte marcial recente. Como dito acima, a modalidade é bem antiga e ainda conseguiu vencer muitos momentos críticos ao longo da história.

Um deles foi após dois séculos da morte de Buda, quando o Jiu-jitsu perdeu força em razão da influência de outras religiões — fato que fez muitos budistas abandonarem a Índia.

Após buscarem refúgio no Ceilão, Birmânia, Tibet, China e Japão, finalmente houve uma nova expansão da arte marcial, principalmente por conta da influência dos samurais, que deram força para o pleno desenvolvimento da modalidade.

Tanto é que o Jiu-jitsu era uma disciplina obrigatória para adolescentes e jovens japoneses que estudavam para serem samurais — tanto quanto esgrima, cavalaria, pintura e literatura.

No entanto, houve momentos críticos que limitaram a expansão da arte marcial. Um deles foi um decreto imperial que chegou a proibir o ensino do Jiu-jitsu para quem não fosse nascido ou descendente de japonês, com severas punições aos que desrespeitassem a determinação.

Antes do judô, o Jiu-jitsu era a arte marcial mais praticada no Japão, mas sofreu inúmeras interferências, como na Era Meiji, que incentivou a compra de armas de fogo em substituição às lutas.

Com a invasão norte-americana, o Japão decidiu esconder os segredos do verdadeiro Jiu-jitsu como forma de proteção de suas técnicas. Americanos e europeus acabaram aprendendo técnicas bem menos efetivas em um combate real ministradas por Jigoro Kano, esporte que acabou ficando popularmente conhecido como Judô.

Inclusive, uma competição entre judocas e jiujiteiros para definir que modalidade seria ensinada aos integrantes da polícia de Tóquio acabou dando um sério golpe no Jiu-jitsu. Seus representantes perderam no tatame e o judô acabou sendo o preferido.

Inclusive, quem ensinasse o verdadeiro Jiu-jitsu aos estrangeiros era acusado de praticar crime contra a Pátria, fazendo com que o Judô ganhasse terreno — e sendo exportado ao Ocidente, primeiramente.

No entanto, os anos se passaram e não foi possível segurar o conhecimento sob sete chaves. É quando começa a ocidentalização do Jiu-jitsu.

Como o Jiu-jitsu chegou ao Brasil

Graças ao cônsul do Japão no Pará, Mitsuo Maeda, o Jiu-jitsu entrou no Brasil a partir do início do século XX, mais precisamente em 1914. Após os trabalhos oficiais, Conde Koma reunia-se com amigos para ensinar as técnicas do verdadeiro Jiu na capital Belém.

Entre seus alunos, estavam os irmãos Carlos, Gastão e Oswaldo Gracie. Pelas mãos de Carlos, o caçula, Hélio Gracie, também foi introduzido à arte marcial como uma forma de combater alguns problemas de saúde, como constantes desmaios em razão do corpo franzino.

Após iniciar nas atividades, Hélio melhorou o porte físico, se fortaleceu e nunca mais teve problemas de fraqueza. Era o começo de uma era que colocaria o Jiu-jitsu entre as principais modalidades marciais praticadas no Brasil.

A chegada do Jiu-jitsu no Rio de Janeiro e Belo Horizonte

Aos 19 anos, Carlos Gracie sai de Belém e muda-se para o Rio de Janeiro, iniciando a disseminação do Jiu-jitsu no país. Além de professor, ele também lutava, e começou uma peregrinação por importantes capitais, como Belo Horizonte e São Paulo, vencendo adversários de peso, muito mais fortes fisicamente.

Mas somente em 1925 ele conseguiu abrir a primeira academia de Jiu-jitsu (batizada de Gracie), no Rio de Janeiro. Juntamente aos irmãos, começou a disseminar a modalidade com muitas barreiras — e o preconceito como a principal.

Para isso, os Gracies promoviam lutas com atletas de outras modalidades para demonstrarem que o Jiu-jitsu era bom e merecia respeito. Foi quando os irmãos entraram no ringue contra capoeiristas, boxeadores, judocas, karatecas e até contra integrantes de luta livre.

Assim, ao vencer os desafios, o Jiu-jitsu ganhou notoriedade e começou a ser respeitado como uma arte marcial com excelentes benefícios, tanto para saúde quanto para a defesa pessoal.

Daí em diante, os Gracie construíram uma sólida história, aprimorando a arte marcial e fazendo com que o Jiu-jitsu encontrasse solo fértil em todas as cidades brasileiras. Hoje, os Gracie contam com um renome internacional e vários campeões — como Roger Gracie, atualmente, o maior vencedor de Jiu-jitsu da história da família, mesmo já aposentado das competições.

Quais os benefícios da arte marcial para a saúde

O Jiu-jitsu é uma arte marcial que vai bem além das competições. A prática da modalidade é um excelente exercício para a saúde e traz inúmeros benefícios para o corpo e mente.

Nas aulas, o aluno já começa fazendo um aquecimento que trabalha o condicionamento físico, auxiliando na flexibilidade e também na perda de calorias.

O Jiu-jitsu auxilia no fortalecimento dos músculos, traz resistência física, ajuda na saúde do coração e ainda contribui para o praticante ter mais motivação no dia a dia.

A pessoa também fica mais disciplinada, com menores níveis de estresse e ansiedade. Além disso, a prática é uma excelente atividade para socialização, trazendo mais harmonia, ou seja, tem tudo a ver com a qualidade de vida.

A arte marcial pode ser praticada por homens e mulheres de todas as idades, desde que haja uma avaliação prévia — e é excelente para melhorar o humor e, até mesmo, o desempenho sexual.

Sendo uma arte marcial que conta com filosofia e disciplina, o Jiu-jitsu ajuda na saúde mental e faz com que o praticante mude determinados hábitos, priorizando uma alimentação mais saudável, melhorando a capacidade cardiovascular e respiratória.

Há melhoras significativas também no reflexo, sem falar nos ensinamentos que contribuem com a defesa pessoal, trazendo autoconfiança e mais disposição nas atividades do cotidiano.

Sendo assim, podemos afirmar que o Jiu-jitsu é uma escolha que foca no bem-estar de quem gosta de luta e movimentação no chão.

Além disso, a arte marcial define o corpo, pois algumas posições exigem movimentos de vários músculos, fato que auxilia na tonificação corporal.

O Jiu-jitsu traz conceitos morais ao ensinar boas atitudes por parte do lutador. Os praticantes são estimulados a superar os próprios limites, a serem resilientes, a respeitarem o próximo e a terem muita motivação.

Outro ponto importantíssimo que atrai muita gente é a perda de peso, tendo em vista que, em uma aula de 90 minutos, é possível perder de 500 a 1000 calorias. Bom, não é mesmo?

Por que optar pelo Jiu-jitsu

Se após todos os benefícios descritos acima você ainda tiver dúvidas sobre a escolha do Jiu-jitsu, podemos afirmar que existem outros bons motivos para pensar, seriamente, em experimentar a modalidade.

Um deles é que o esporte faz parte de uma comunidade mundial, ou seja, há academias em quase todos os países. Assim, sempre que você estiver viajando, poderá realizar um treino, sendo sempre bem recebido.

Trata-se, ainda, de uma excelente ferramenta para lidar com frustrações, sendo muito útil para você se desenvolver pessoalmente e profissionalmente.

Além disso, os treinamentos combatem a ansiedade e fazem com que o praticante fique bem calmo após suar o kimono, deixando a mente mais tranquila e sem pensamentos negativos.

O desenvolvimento da paciência é outro aspecto muito visível, influenciado pela necessidade de ter sabedoria nos combates e também na conquista das graduações para troca de faixa de Jiu-jitsu.

Dessa maneira, a arte marcial é uma excelente alternativa para quem está em busca de qualidade de vida e também para melhorar a autoestima, trazendo ganhos comprovadíssimos que vão fazer com que os seus hábitos estejam sempre no caminho do autodesenvolvimento.

Quais as principais diferenças entre o Jiu-jitsu brasileiro e de outras nacionalidades

Basicamente, o que mais diferencia o Jiu-jitsu brasileiro de outras nacionalidades é a predominância da luta no chão.

Isso aconteceu em razão da influência da família Gracie, que percebeu que a estratégia de lutar no solo privilegiava as alavancas, ou seja, um lutador mais fraco acaba tendo grandes chances de vencer alguém mais forte.

A questão de levar a luta para o chão também ganhou força como um bom recurso de defesa pessoal, tendo em vista que grande parte das agressões físicas acabam no solo.

Essa foi a maior popularização da arte marcial aqui no Brasil, enquanto que, em muitos outros países, o Jiu-jitsu se baseia muito nas técnicas que culminam em torções, com socos, chutes, cotoveladas e joelhadas.

O Jiu-jitsu tradicional também ensina o manuseio de armas (como bastões, facas e espadas).

Quais as principais regras (segundo a Confederação Brasileira) e faixas

Nas lutas, o árbitro é a autoridade máxima, que dá início aos combates e ainda faz os devidos gestos para sinalizar as pontuações ou faltas.

As lutas podem ser definidas por desistência (quando um dos atletas bate três vezes no tatame, em si próprio ou no adversário), por interrupção, desclassificação, perda dos sentidos, contagem do placar, decisão do árbitro ou sorteio (caso de empate).

Os pontos são conquistados de acordo com os golpes aplicados. Veja a relação deles:

  • queda: 2 pontos;
  • passagem de guarda: 3 pontos;
  • joelho na barriga: 2 pontos;
  • montada e montada pelas costas: 4 pontos;
  • pegada pelas costas: 4 pontos;
  • raspagem: 2 pontos.

Ao conseguir a vantagem por 3 segundos em alguma posição descrita acima, o atleta ganha o ponto. O árbitro é quem avalia se houve um real perigo ao adversário.

Existem ainda as faltas, que podem ser por disciplinaridade, técnicas, graves e gravíssimas de acordo com várias situações, além dos golpes proibidos que variam de idade para idade. Alguns são para todos os competidores, como torcer os dedos para trás, projetar a pressão para o lado de fora, chave de calcanhar, entre outros.

O tempo de luta varia de acordo com a categoria de cada competidor, indo dos dois aos dez minutos (preta).

Quem começa no Jiu-jitsu já entra na faixa branca e vai realizando as graduações. As crianças seguem a sequência cinza, amarela, laranja e verde, enquanto os adultos azul, roxa, marrom e preta. Depois vem os dans, que chegam até a 5ª graduação, passando a ser vermelha e preta nas três primeiras e vermelha nas duas últimas.

São vários golpes existentes no Jiu-jitsu, como queda e triângulo, omoplata, mata-leão, gravata técnica, estrangulamentos, chaves de braço, armlock, entre outros.

Para quem está começando na modalidade, a dica é ir devagar nos primeiros rolas. Já quem está mais familiarizado com o Jiu e acabou desenvolvendo as temidas orelhas de couve-flor, a orientação é que que se use o protetor auricular.

Outra dica é sempre fazer um alongamento bem intenso para evitar lesões, respeitando os limites do corpo. Vale a pena sempre tirar as dúvidas com o mestre ou professor, além de utilizar um kimono dentro dos padrões da Confederação Brasileira de Jiu-jitsu.

Nas competições, não é permitido o uso de camisas embaixo do kimono, conhecidas como Rash Guard, mas elas são fundamentais nos treinamentos.

A higiene também é muito valorizada no esporte. Nos campeonatos de Jiu-jitsu, a Confederação não aceita kimonos remendados, com rasgos, molhados, sujos ou que apresentem odores desagradáveis.

São três inspeções do uniforme que seguem rígidas exigências tanto quanto a pesagem. Aliás, após a verificação do peso, o atleta não pode trocar de kimono para a primeira luta, sob pena de desclassificação.

O Jiu-jitsu no MMA

O Jiu-jitsu é a principal arte marcial presente nas lutas de MMA. Apesar dos competidores sempre contarem com ensinamentos de outras modalidades, o Jiu sempre está presente, pelo fato de ser fundamental na hora em que os combates vão para o chão.

Inclusive, foi graças à família Gracie que a arte marcial ganhou notoriedade no MMA tanto no Brasil quanto mundo afora. Desde os primeiros desafios para mostrar a força do Jiu até as lutas consagradas (como a realizada no Grajaú Country Club, em 1991, no Rio), a modalidade foi se fortalecendo no octógono e, hoje, é predominante.

Aliás, a família Gracie foi grande destaque nas competições do Ultimate Fighting (UFC), principalmente na época de Royce. Agora, após alguns anos sem grandes vitórias, as fichas se concentram em Kron, filho de Rickson Gracie.

A força da modalidade esportiva faz com que a maioria dos atletas de MMA treinem Jiu-jitsu em suas preparações para os combates, ou seja, a arte marcial é imprescindível nos atuais modelos da competição.

Conheça 10 celebridades que praticam Jiu-jitsu

Como o Jiu-jitsu é excelente para a saúde e traz benefícios muito positivos, muita gente que não compete utiliza a arte marcial como meio de treinamento para viver melhor. Entre elas, inúmeras celebridades — brasileiras quanto de outros países também.

Para você conhecer algumas delas, selecionamos dez famosos que sempre rolam no tatame de olho no bem-estar físico, mental e emocional. Vamos a eles!

Cauã Reymond

O galã de várias novelas da Globo é tão dedicado ao Jiu-jitsu que já foi bicampeão brasileiro da modalidade. Cauã Reymond é faixa preta e treina na academia do Mestre Paiva, no Rio de Janeiro. E no tatame não tem privilégios para ninguém!

Sérgio Malandro

Famoso por suas pegadinhas e expressões como “gugu ieié”, Sérgio Malandro é jiujiteiro de carteirinha e já é faixa marrom na academia de Carlson Gracie. Nos rolas, nada de brincadeiras. Serginho Malandro treina com gente graúda no esporte e dá trabalho.

Luiz Fux

O ministro do Supremo Tribunal Federal é faixa coral de Jiu-jitsu, uma homenagem recebida em 2011. Luiz Fux treina há mais de 20 anos e recebeu a faixa preta em 1993, ou seja, o Jiu-jitsu é uma forma de relaxar após os inúmeros julgamentos da corte máxima do país.

Sabrina Sato

A boa forma física da atriz e apresentadora não é reflexo apenas de academia. Sabrina Sato também faz Jiu-jitsu e pega pesado nos treinos. Como você pode ver, a modalidade é muito útil na perda de peso e auxilia na beleza corporal.

Malvino Salvador

O ator pratica a arte marcial antes mesmo de ficar famoso. E ele ainda namora e vai oficializar o casamento com Kyra Gracie ainda em 2019, uma das herdeiras da família que disseminou a modalidade no Brasil. Portanto, o galã vive o Jiu-jitsu com muita dedicação e já é faixa roxa — e ela, pentacampeã mundial no esporte.

Chuck Norris

O ator de vários filmes policiais e de ação conheceu o Jiu-jitsu em uma viagem ao Rio de Janeiro e nunca mais parou de praticar. O primeiro contato foi na academia de Rickson Gracie.

Vincent Vaughn

Aluno da academia de Ryron e Rener Gracie, na Califórnia, o ator norte-americano pratica Jiu-jitsu há vários anos e divide as filmagens com os rolas no tatame.

Wagner Moura

Consagrado pelo papel de capitão Nascimento, no filme Tropa de Elite, o ator é praticante de Jiu-jitsu e utiliza a modalidade para manter a forma. Wagner Moura é faixa roxa e altamente dedicado no esporte. E ele se mantém firme nos treinos, sem pedir para sair!

Luciano Szafir

Ex-marido de Xuxa e pai de Sasha, o ator e modelo é praticante de Jiu-jitsu desde 1978. É faixa preta e segue os passos do mestre Octávio de Almeida Júnior.

Bob Burniquist

Jiu-jitsu também é esporte para atletas de outras modalidades ganharem mais condicionamento físico. É o caso do skatista Bob Burniquist, que treina na academia Gracie Barra quando está no Rio de Janeiro. Ele é faixa azul.

Faça do Jiu-jitsu a sua mudança de vida

Como você notou ao longo deste post, o Jiu-jitsu modifica vidas e traz harmonia no dia a dia, com excelentes ganhos para a saúde e bem-estar. Portanto, nada melhor do que você escolher a modalidade para modificar os hábitos, ganhar mais disposição e condicionamento físico, além de ficar preparado para se defender.

Praticar a arte marcial ainda é uma excelente alternativa para se socializar, conhecendo novas pessoas e também conceitos que vão ajudar você a pensar melhor e com mais sabedoria.

Uma boa dica é fazer uma avaliação física com um especialista antes de começar a atividade e também analisar criteriosamente a academia onde você vai aprender a ser casca grossa no Jiu-jitsu.

Observe se os professores são faixa preta, se seguem determinada metodologia e se respeitam as regras do Jiu-jitsu. Ao decidir onde treinar, dedique-se ao máximo a modalidade e vá colhendo os resultados com o tempo.

Quem leva a sério o Jiu-jitsu vive melhor e encara com mais positividade as adversidades do dia a dia, ou seja, a arte marcial pode ser a sua válvula de escape para muitos problemas comuns nos dias de hoje, como estresse, ansiedade, depressão, entre outros. Portanto, faça do Jiu-jitsu o seu estilo de vida!

Agora que você já está por dentro da modalidade, que tal escolher um kimono ideal para começar no esporte? Veja nossas opções!

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